"Quando tá escuro, e ninguém me vê, é quando eu me sinto a vontade sem medo da claridade passo o dia inteiro esperando a noite chegar, porque não há mais nada que eu possa fazer!"- Pitty- No Escuro.
Começando o post com a música da cantora Pitty, eu reflito sobre como é mais fácil nos escondermos para que as pessoas não vejam quem realmente somos, nossos defeitos e qualidades, até mesmo dons...
Digo por mim, sou tímida, tenho essa sensibilidade com as palavras, mas muitas vezes foi mais fácil esconder essa minha habilidade. TEMOS MEDO DAS PESSOAS E DO QUE ELAS POSSAM PENSAR DE NÓS! Bom, pelo menos eu tenho. Se você bate no peito e diz o contrário de boca cheia, amém. Mas sinceramente, hoje vejo quanto tempo eu perdi me escondendo, me protegendo de críticas, de maldizer, de injustiça... Como diz Shakespeare em seu texto O Menestrel:"(...) Aprende que com a mesma intensidade que julga, você será em algum momento condenado(...)", e é assim na vida... ok, eu sei que sou nova, mas cada um tem seu próprio tempo de amadurecimento.
Conversando com um amigo ontem, percebi que as máscaras que colocamos, mesmo o orgulho, nos fragilizam com o passar do tempo. Que não importa o que os outros pensam de nós, mas sim o que Deus pensa de nós! Naquela hora me lembrei de quantas vezes eu escrevia na descrissão das minhas páginas pessoais da internet: "Eu sou o que Deus pensa de mim!", a frase de Sta. Teresinha nunca pesou tanto em meus pensamentos e lábios! Deparei-me então com a dificuldade que é viver o que dizemos.
Mas claro, como boa cristã, não parei nessa minha limitação, e se você se identifica de alguma forma com essa situação que descrevi, leia conosco Ato 2, 42-47 :
"Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações. De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém, e o temor estava em todos os corações. Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e os seus bens, e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um. Unidos de coração, frequentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração. louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, que estavam a caminho da salvação.", Palavra do Senhor, Graças a Deus. Nesse texto da Bíblia, podemos fazer um paralelo com a situação que foi apresentada, por mais que haja medo de nos expor, de proclamar a palvra de Deus, de manifestar o dom que Ele nos deu, assim que o botamos em prática, apesar de críticas, Deus age, e faz milagres. E qual lugar mais propício pra arrancar as máscaras do que na comunidade em que vivemos, na família, naquele grupo de amigos... Muitas vezes a convivência, a intimidade nos faz revelar o que temos de melhor e pior, é onde caem as máscaras.
O povo daquele tempo, era perseguido pela Boa Nova que estava sendo proclamada, por isso eles agiam de forma afoita. Não Oculta, mas discreta, há aí uma grande diferença entre essas duas atitudes, porém uma linha tênue que as dividem. Me ocultar é sinônimo de omitir, e a omissão é um pecado. Já a discrissão, é uma forma cautelosa de agir, você age mas sem a euforia do momento. Por isso o texto nos leva a refletir sobre nossas ações da seguinte forma: me ocultei ou agi de forma discreta, nas vezes em que usei de máscaras para que as pessoas não vissem quem realmente sou, o que sei fazer, e meus talentos?
Te convido então a abrir-se com Deus, e em silêncio entregar os frutos dessa oração. Se quiser partilhar, sinta-se a vontade para comentar esse post.
E Te chamo a assim como eu, não parar na oração, mas fazer um compromisso consigo mesmo, nesse exercício de auto-conhecimento, a deixar um pouco as neuras e ser mais você nas suas atitudes, e a viver nessa liberdade que Deus nos dá!
Amém?
Fiquem agora com o clipe da Banda Resgate:
Fiquem com Deus,
Beijos e obrigada pelos comentários nos posts.
Falta de ter o que fazer, enquanto devia estar estudando, estou perdendo meu tempo e me espondo de forma legal e xula... enfim, é um blog sobre mim.
domingo, janeiro 09, 2011
sábado, janeiro 08, 2011
Até onde vai?
Até onde vai essa carência afetiva? Essa necessidade que eu sinto e vejo tantas pessoas que sentem o mesmo, até onde vai?
Até que ponto nos humilhamos, deixamos as pessoas fazerem o que querem com nossos corpos, com nossas idéias, com nossos costumes e tradições?
Até onde vai a nossa opinião, antes que a modificamos para agradar uma pessoa?
Com essa música do Cartola te proponho a refletir junto comigo, as nossas ações diante de Deus, vamos lá.
Cartola- O mundo é um moinho
"Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar", Quantas vezes é mais fácil largar tudo, e dar as costas, desistir de um plano que não deu certo, fugir quando uma situação foge de controle? E as pessoas muitas vezes nos questionam: mal começou a viver e já quer desistir?, Deus faz o mesmo em relação as nossas escolhas, Ele nos vê perdidos e mesmo assim nos assiste sem se quer interferir nas nossas escolhas, no nosso livre arbítrio.
"Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és", essa estrofe resume um pouco sobre o que gostaria de falar no post. Quantas vezes nos damos de graças para as pessoas, não somente de forma sexual mas psíquica também, e achando que somos donos do próprio nariz, que sabemos o que estamos fazendo, mas na verdade estamos perdidos, ou nos perdendo em meio a tantas caminhos que a vida oferece, pois, quanto mais confusos ficamos, quando perdemos a direção, o foco de nossa vida que é Deus, mais perdemos a identidade que construímos como pessoa, porque as escolhas ruins, nos tiram a paz.
"Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões a pó", Essa estrofe eu imagino um pai, ou mesmo Deus, nos alertando na música inteira, quando faz essa comparação do mundo com um moinho, todos sabemos que moinho serve para moer alimentos, então os sonhos são os alimentos da vida, são a nossa direção, e o mundo faz isso com eles, os tritura, rouba de nós o que temos de melhor. E continua a estrofe dizendo que o moinho vai reduzir as ilusões a pó, temos que ter cuidado com isso, saber medir o que entra em nossos ouvidos, pois se acolhermos tudo o que nos dizem não estaremos protegendo nossos sentimentos, e logo estaremos céticos a tudo.
"Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés", A estrofe final é auto-explicativa.
Espero que gostem do post, e comentem ^^
Agora deixo como reflexão esse clipe da Banda Arkanjos de São Paulo
;**
Até que ponto nos humilhamos, deixamos as pessoas fazerem o que querem com nossos corpos, com nossas idéias, com nossos costumes e tradições?
Até onde vai a nossa opinião, antes que a modificamos para agradar uma pessoa?
Com essa música do Cartola te proponho a refletir junto comigo, as nossas ações diante de Deus, vamos lá.
Cartola- O mundo é um moinho
"Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar", Quantas vezes é mais fácil largar tudo, e dar as costas, desistir de um plano que não deu certo, fugir quando uma situação foge de controle? E as pessoas muitas vezes nos questionam: mal começou a viver e já quer desistir?, Deus faz o mesmo em relação as nossas escolhas, Ele nos vê perdidos e mesmo assim nos assiste sem se quer interferir nas nossas escolhas, no nosso livre arbítrio.
"Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és", essa estrofe resume um pouco sobre o que gostaria de falar no post. Quantas vezes nos damos de graças para as pessoas, não somente de forma sexual mas psíquica também, e achando que somos donos do próprio nariz, que sabemos o que estamos fazendo, mas na verdade estamos perdidos, ou nos perdendo em meio a tantas caminhos que a vida oferece, pois, quanto mais confusos ficamos, quando perdemos a direção, o foco de nossa vida que é Deus, mais perdemos a identidade que construímos como pessoa, porque as escolhas ruins, nos tiram a paz.
"Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões a pó", Essa estrofe eu imagino um pai, ou mesmo Deus, nos alertando na música inteira, quando faz essa comparação do mundo com um moinho, todos sabemos que moinho serve para moer alimentos, então os sonhos são os alimentos da vida, são a nossa direção, e o mundo faz isso com eles, os tritura, rouba de nós o que temos de melhor. E continua a estrofe dizendo que o moinho vai reduzir as ilusões a pó, temos que ter cuidado com isso, saber medir o que entra em nossos ouvidos, pois se acolhermos tudo o que nos dizem não estaremos protegendo nossos sentimentos, e logo estaremos céticos a tudo.
"Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés", A estrofe final é auto-explicativa.
Espero que gostem do post, e comentem ^^
Agora deixo como reflexão esse clipe da Banda Arkanjos de São Paulo
;**
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Um pouco de realidade pra toda essa ilusão
Começo este post com uma poesia feita por mim:
Solidão
Poucas palavras pra tanto sentimento...
Silêncio! Boca maldita!
Que insiste em regorgitar
palavras malquistas de baixo linguajar!
Cessem as tormentas de pensamentos
atormentados que insistem em minha boca pousar
Esse seu lar é território santo!
Expulso toda mágoa que essa língua pode causar!
Hoje faço morada de pensamentos louváveis,
essa boca que tanto quiz maltratar!
Some de mim tristreza de uma noite!
Tu és passageira e não acompanhante!
Não acompanha aquele que te expulsa.
Que embora reclusa ,insiste em desobedecer...
Já estou farta da tua insensata companhia!
Vai para longe, a manhã se aproxima!
Leva contigo as horas, horas que agonia,
Que meu pobre coração te suplica
Por um descanso para um novo dia
De repetições cansativas, de quadros estáticos,
de ansiedade, de fardos, de felicidade...
Já não a encontro nas horas noturnas.
Faço uma prece apelando pela boa fé
sigo esperando pelo que Deus quiser,
se Ele fizer em mim sua obra,
Creio que não será torta (como a torre em Piza),
mas espero que não veja o solo em que pisa
Porque é tão pobre essa terra da construção
Que não posso chamá-la mais de coração.
Pois em meu peito há um buraco
Feito pelas decepções.
Onde o Eco que lá ressoa só vai embora
Quando Chega a hora da comunhão.
Comungo então o corpo do meu salvador,
Assim a boca que maldiz,
trata um pouco de dizer palavras boas
que abençoe a pessoa dessa boca
que inquieta tenta ser feliz.
Solidão
Poucas palavras pra tanto sentimento...
Silêncio! Boca maldita!
Que insiste em regorgitar
palavras malquistas de baixo linguajar!
Cessem as tormentas de pensamentos
atormentados que insistem em minha boca pousar
Esse seu lar é território santo!
Expulso toda mágoa que essa língua pode causar!
Hoje faço morada de pensamentos louváveis,
essa boca que tanto quiz maltratar!
Some de mim tristreza de uma noite!
Tu és passageira e não acompanhante!
Não acompanha aquele que te expulsa.
Que embora reclusa ,insiste em desobedecer...
Já estou farta da tua insensata companhia!
Vai para longe, a manhã se aproxima!
Leva contigo as horas, horas que agonia,
Que meu pobre coração te suplica
Por um descanso para um novo dia
De repetições cansativas, de quadros estáticos,
de ansiedade, de fardos, de felicidade...
Já não a encontro nas horas noturnas.
Faço uma prece apelando pela boa fé
sigo esperando pelo que Deus quiser,
se Ele fizer em mim sua obra,
Creio que não será torta (como a torre em Piza),
mas espero que não veja o solo em que pisa
Porque é tão pobre essa terra da construção
Que não posso chamá-la mais de coração.
Pois em meu peito há um buraco
Feito pelas decepções.
Onde o Eco que lá ressoa só vai embora
Quando Chega a hora da comunhão.
Comungo então o corpo do meu salvador,
Assim a boca que maldiz,
trata um pouco de dizer palavras boas
que abençoe a pessoa dessa boca
que inquieta tenta ser feliz.
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